quinta-feira, outubro 5

Tire o carro amarelo do estacionamento...

Clique aqui e se divirta tentando tirar o carro amarelo do estacionamento.
Divertido passatempo de raciocínio, eu fui até a fase 25 e você?

O SENSACIONAL SOLUCIONADOR DE PROBLEMAS

quarta-feira, outubro 4

Previna-se!

Se não sabe, não mexa
Na vítima de um acidente
Pois pode até piorar
O estado do doente
Não sabe o que fazer?
Leia mais e se oriente:

Tenha sempre calma
Não vá se desesperar
Peça logo a alguém
Para o socorro chamar
Isole logo todo o local
Pra mais vidas preservar

Quando ligar pro bombeiro
Diga com toda clareza
O que está acontecendo
Pra ter sempre mais presteza
Fale o endereço correto

Que chegaremos com certeza

(Trechos do Cordel "Folia com Segurança")

Indiana Jones Cearense - Final

UPDATE - Relação dos Ganhadores da Promoção.

Confira nos comentários se seu nome está na lista, se já lhe enviei ou se estou com seu endereço confirmado.
Se já recebeu, mande e-mail se gostou, se não gostou mande também .

O Vira-casaca




Todos nós quando criança, fomos influenciados pelos pais, tios ou parentes mais próximos a torcer por um determinado time, crescemos, e agora tentamos influenciar nossos filhos a escolher nosso time.
Pois bem, comigo não foi diferente, cresci no meio dos trabalhadores ferroviários, onde ajudava meu pai em seu trabalho, não foi difícil escolher o Ferroviário Atlético Clube, time do bairro da Barra do Ceará.
Quando o Jônatas nasceu, tentei incentivá-lo a torcer pelo Ferrim (como é carinhosamente conhecido) mas os resultados do time e meu cunhado que torce Ceará não ajudaram.
O Jônatas sempre foi muito falante e certo dia, contava ele com cerca de quatro ou cinco anos, o levei ao estádio Presidente Vargas aqui em Fortaleza para assistir a um jogo do Ferrim pela terceira divisão do brasileiro, vesti nele uma camisa do São Paulo, que tem o uniforme idêntico ao do Tubarão da Barra, e fomos de ônibus, descemos próximo ao estádio, o coloquei nos braços para apressar o passo (o Jogo iria começar).Ao chegar próximo à entrada do estádio, nos acompanhou um grupo de torcedores já idosos ( a torcida do ferrim é caluniada de ser velha, o que não é verdade diga-se de passagem) e vendo o Jônatas com a camisa que eles pensavam ser a do nosso time, vibraram:
-Tão vendo, os carniças vivem falando mau da nossa torcida, que só tem velho... mas olha aí, bem novinho e já torce Ferrão...
-Eh! Dá-lhe Ferrão! Gritou outro
Nisso, o seu Jônatas que estava em meus braços, começou a gritar:
-EU TORÇO É VOZÂO MEU FILHO! Diz aí papai.... -EU TORÇO É VOZÃO
-Cala a boca Jônatas, sabe ficar calado não é? Falei
Todo mundo ficou me olhando desconfiado e perguntando:
-Diabo é isso? Ô pai sem moral...
De cabeça baixa fui assistir ao jogo
O meu consolo é que agora devido a convivência com amiguinhos da escola, ele virou a casaca e torce pelo Fortaleza, pra agonia do meu cunhado....
Foi mau heim Ênio?

Ps: Pra quem não sabe:
Vozão, como é conhecido o time do Ceará Sponting Clube
Tubarão da Barra, o Ferroviário.

Blogue-se

Quer conhecer mais sobre cordel? Visite Marco Cibernético, o Blog do cordelista pernambucano Zé Honório, que publica folhetos de cordel desde 1984, coordenador da União dos Cordelistas de Pernambuco - UNICORDEL, através da qual promove recitais, palestras e oficinas.
Pertence à nova geração de poetas populares que como eu, vêem a tecnologia como aliada da tradição.
Explora temas variados, prevalecendo os de gracejo e de circunstâncias.

terça-feira, outubro 3

Triângulo do Fogo

O fogo pra existir
Três elementos carece
Separando esse trio
A chama desaparece
Pois o bicho é sensível
Oxigênio, calor, combustível.
Tirando um ele perece


(Trecho do Cordel "Incêdio é Fogo")

O Teste


Esse Pôr do sol aí em cima é no lagamar do rio cauípe em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, local que há alguns anos, costumava ir pescar camarão com meu sogro e quatro ou cinco amigos.
Quase toda semana íamos para lá ao anoitecer, é o melhor horário para se pegar camarão com a rede de arrasto, e ficávamos até pela madrugada, montávamos uma espécie de acampamento, com fogueira e tudo.
Bem, o "verme" estava tão grande que um dia, quase ninguém poderia ir, mas mesmo assim não queria faltar à pescaria. Consegui juntar o Ênio (meu cunhado), um amigo e a Elizabeth, minha esposa, na época namorada, era o mínimo para a pescaria, pois é necessario dois para arrastar a rede, um para segurar a lanterna e retirar os camarões da rede e alguém para ficar na fogueira.
Quem ficaria na foqueira? Claro que a Elizabeth, que não queria entrar na água de jeito nenhum, antes porém dei algumas dicas:
-Olha, caso aconteça alguma coisa, liga os faróis do carro, aciona a buzina que a gente vem correndo lá de dentro te socorrer.
-Tudo bem Nen. (Olha que chique, ela me chamava assim)
Entramos no rio, andamos cerca de quatrocentos metros, quando de repente....
FOOOOMMMMM,FOOOOOOMMMM,FOOOOMMMM! Ouvimos o troar da buzina do meu Bugre Magnata (é o novo!), faróis piscando num ritmo frenético.
-Corre pessoal, tá acontecendo alguma coisa, falamos quase ao mesmo tempo.
Deixamos o material de pescaria lá mesmo no rio e corremos ao socorro da Elizabeth.
Chegamos rápido e não vimos nada de incomum.
-Diacho Eliza, que foi?
-Nada não, tava só testando se vocês viriam mesmo...
Pense na esculhambação, enquanto eu queria esganar minha namorada, meu amigo e meu cunhado se desmanchavam em risos.
-"Bora", agora tu vai é entrar com a gente no rio e ajudar na pescaria, falei
-Tá cheio de lama
-Ah, mais agora tá sem jeito, vai ter que entrar, não vou mais te deixar sozinha, se acontecer de novo não irei acreditar.
Falando isso ela se convenceu e entrou.
O bom foi que, quase a gente não achava o material que fora abandonado na carreira.